Os adeptos ao uso e à legalização
das drogas reforçam seus supostos benefícios. Porém não é conveniente usar algo
onde os malefícios e efeitos colaterais indesejados são bem maiores. Diminuir a
carga facilita a caminhada na vida, então depender de mais alguma coisa que
prende a pessoa em seu próprio vício não é bom. Superar os próprios vícios é um
desafio que poucos conseguem, independente da forma de ajuda.
Este problema de
drogas não é um fato isolado, e sim uma epidemia global. Existem poucas
políticas públicas nacionais eficazes na prevenção e tratamento do vício de
drogas, ficando a entender que há uma certa dificuldade e falta de verba
pública na área de prevenção e tratamento do uso de drogas.
O artigo “Drogas,
Imperialismo e Luta de Classes”, de autoria de Ney Jansen, aborda a importância
do narcotráfico para o capitalismo e domínio de classes sobre outras através do
uso de drogas. Algumas outras fontes contam histórias coincidentes, e citam
ainda esta estratégia como forma de domínio de um país inimigo sobre outro, pois
o viciado desestabiliza não apenas a ele, mas toda sociedade.
Essas e outras
teorias existem, e é realmente difícil de acreditar em domínio a partir de uma
guerra química imperceptível. Porém, citar uma pesquisa de outra autoria
reforça qualquer informação. E quem é especialista em história geral, percebe
que esta estratégia de atacar o inimigo no momento de suas distrações não é
nova.
Para Jansen, a luta
contra as drogas é fundamental para todos aqueles que defendem a emancipação
humana e a revolução social. Diz, com argumentos e conclusões, que a
legalização não irá parar com o tráfico e propõe revolução proletária para
acabar com este problema.
Particularmente, penso que o ambiente propício e a falta de
informação são alguns dos motivos relevantes para o consumo de drogas.
Neste dia 19 de
junho começa a 19ª Semana Nacional e a 2ª Semana Estadual Antidrogas. A
programação desta semana parece ser pouco divulgada e acontecer apenas em
algumas capitais brasileiras.
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