sexta-feira, 16 de junho de 2017

Drogas, um problema social

Os adeptos ao uso e à legalização das drogas reforçam seus supostos benefícios. Porém não é conveniente usar algo onde os malefícios e efeitos colaterais indesejados são bem maiores. Diminuir a carga facilita a caminhada na vida, então depender de mais alguma coisa que prende a pessoa em seu próprio vício não é bom. Superar os próprios vícios é um desafio que poucos conseguem, independente da forma de ajuda.
Este problema de drogas não é um fato isolado, e sim uma epidemia global. Existem poucas políticas públicas nacionais eficazes na prevenção e tratamento do vício de drogas, ficando a entender que há uma certa dificuldade e falta de verba pública na área de prevenção e tratamento do uso de drogas. 
O artigo “Drogas, Imperialismo e Luta de Classes”, de autoria de Ney Jansen, aborda a importância do narcotráfico para o capitalismo e domínio de classes sobre outras através do uso de drogas. Algumas outras fontes contam histórias coincidentes, e citam ainda esta estratégia como forma de domínio de um país inimigo sobre outro, pois o viciado desestabiliza não apenas a ele, mas toda sociedade. 
Essas e outras teorias existem, e é realmente difícil de acreditar em domínio a partir de uma guerra química imperceptível. Porém, citar uma pesquisa de outra autoria reforça qualquer informação. E quem é especialista em história geral, percebe que esta estratégia de atacar o inimigo no momento de suas distrações não é nova. 
Para Jansen, a luta contra as drogas é fundamental para todos aqueles que defendem a emancipação humana e a revolução social. Diz, com argumentos e conclusões, que a legalização não irá parar com o tráfico e propõe revolução proletária para acabar com este problema. 
Particularmente, penso que o ambiente propício e a falta de informação são alguns dos motivos relevantes para o consumo de drogas. 

Neste dia 19 de junho começa a 19ª Semana Nacional e a 2ª Semana Estadual Antidrogas. A programação desta semana parece ser pouco divulgada e acontecer apenas em algumas capitais brasileiras.

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