quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Terra à vista

Olhem! Um navio chegando...


Parece que o navio está chegando em um bom lugar. Por quais mares ele navegou, ninguém sabe. Apenas ouvi dizer que o capitão do navio lutou com monstros gigantes, sobreviveu à grandes tempestades e tentou alcançar o infinito horizonte que sempre se afasta quanto mais quer se aproximar.


quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Em todas eleições nacionais os ganhadores abusaram de minha confiança


A situação econômica e política brasileira me faz pensar em alguns aspectos. Muitos brasileiros pensam em mudar de país, o que alguns já fizeram. Há quem diga que a visão dos gringos em nosso país não é das melhores, que somos motivos de críticas por nossa cultura ou falta dela na visão deles.
Minha visão é também crítica: tudo não passa de opressão, pois imagino que outros povos acham conveniente para eles nossa situação, pois todos querem o poder. Se não conseguimos sucesso em nosso país, vamos embora e menos força nacional tem o território brasileiro. Quem decidir aqui ficar, ficará menos fortalecido, devido a falta de recurso de uma crise que ouço falar deste que nasci. Assim, quando quiserem invadir descaradamente nosso território, terão toda liberdade, pois o território terá uma nação enfraquecida.
A anarquia, que percebo que é isso que República Federativa do Brasil está seguindo devido a bagunça da corrupção, chegará a um ponto que o que vier, sendo bom ou ruim, todos irão aceitar e agradecer, pois chegaremos a um caos jamais imaginado se continuar desta forma.  A política de nossos líderes parece ser o que o povo sempre falou: não dar asas a cobra, ou seja, não dar educação para o povo, pois educação é poder, assim, a escolha de candidatos a líderes políticos terá menos opções, e serão sempre os tradicionais, sem novas caras ou novas propostas.

Fico tentando entender toda a jogada política, e vejo que a música “nós vamos alugar o Brasil” é falsa, pois o Brasil na realidade foi vendido igual a uma partida de futebol numa copa do mundo: políticos corruptos jogando com cartas escondidas na manga, onde objetivo de enfraquecer o povo brasileiro é apenas para ajudar países dominadores a conquistar nosso território num momento propício. O Brasil “mostrar sua cara” eu ainda não vi, estou esperando há tempo alguém mostrar a cara e dizer: é isso mesmo, o Brasil já não tem dono, é de quem quiser, quem vier, the party is yours, to whoever wants...

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Minhas experiências na pintura

A pintura é uma das minhas paixões, que às vezes eu parei, e resolvi voltar definitivamente para nunca mais parar. Não é apenas uma arteterapia, é também uma necessidade que sinto em movimentar as mãos e criar lugares mágicos, inimagináveis, sugestões; ou mesmo o que não condiz com a realidade; que vemos pouco ou que nos traz boas lembranças ou até mesmo que fazem sentir sensações, pois este é o poder mágico da arte. Acho que todo ser humano precisa de alguma distração, para realizar um balanço energético interno que alivia o estresse e a turbulência do dia a dia.

O Jardim

Este jardim que pintei acima foi inspirado nas obras de Thomas Kinkade. Achei todas elas lindas! Este artista faleceu em 2012 e foi criticado por pintar o paraíso em contradição ao caos de sua vida. O que eu aprendi com esta circunstância e minhas vivências foi que o paraíso existe dentro de nós, e o mínimo para que ele se torne realidade é imaginá-lo, pois tudo nasce primeiramente no pensamento. Podemos passar por momentos difíceis, só iremos resolvê-los se planejarmos a solução em nossos pensamentos, e mantermos a mente calma e tranquila no meio de uma entropia.

O Cisne

O Cisne acima é criticado pelas suas cores escuras, e me disseram que é realmente uma obra de arte pois expressa sentimento, um sentimento de tristeza. Percebo então que a arte não é expressar sentimentos íntimos do artista, e sim sugerir sentimentos às pessoas, pois no meu caso, o artista não estava triste (pois senti até euforia pela alegria de sentir a delícia de movimentar o pincel ao aprender técnicas novas de pintura) mas fez muitos se sentirem tristes. Sinto muito, fiz isto sem querer e sem saber. Com isso concluo que todas as artes são como as abstratas: cada um a interpreta de uma forma. 

Bom, quando nova não tinha internet, acesso facilitado a diversas imagens ou mesmo não queria gastar tempo foleando ou procurando livros e fotografias com imagens. Conhecia o mundo mais pelos filmes de clima temperado, como Frankstein e o Nome da Rosa, e achava os lugares interessantes. Pode ser que eu me interessei pelas cores escuras por ver ambientes diferentes em filmes de imagens escuras. Conhecia também as obras sacras de Michelangelo e Leonardo da Vinci nas grandes bíblias católicas. Só que ainda não consigo pintar algo inspirado neles, porque sou limitada e no momento pinto por lazer.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

A crise da carne fraca
Estamos acompanhando a crise da carne “fraca”. Mesmo que nada do que foi denunciado seja comprovado, a operação por si só já indica que existem problemas. Neste caso, investigações no processamento devem ser realizadas para descobrir as causas do problema e encontrar soluções.
As inúmeras legislações que as empresas brasileiras de alimentos devem seguir, tanto nacionais para consumo interno quanto internacionais para exportações, são muito criteriosas e, se forem corretamente seguidas, não há espaço para adulterações. A produção de alimentos deve garantir um produto de altíssima qualidade e prezar pela segurança de toda a cadeia envolvida no processo. O potencial de riscos de doenças e até de óbito para alguém que consome um alimento impróprio para consumo é enorme.
No caso da proteína animal, o processo de produção deve ser minimamente detalhado. Um pequeno deslize em qualquer etapa deste processo produtivo pode alterar a qualidade e confiabilidade do produto final. Os profissionais envolvidos devem ser altamente capacitados. E uma das áreas de alimentos mais difíceis de atuar são os frigoríficos. A legislação e fiscalização constante são os principais colaboradores para garantir produto íntegro e jamais devem compactuar com erros.
Todos têm responsabilidades. Os consumidores estão corretos em suas exigências, considerando que são os verdadeiros patrões da indústria, pois são eles quem compram o produto. O efeito cascata de qualquer problema pode gerar catástrofes econômicas e ambientais, mundialmente. Porém estes mesmos consumidores devem ser capazes de perceberem que não há procedência para tudo o que se diz, ouve, lê ou assiste. Em tempos de concorrência acirrada, não é incomum, embora anti-ético, que aconteça divulgação de interpretações erradas. Exemplo disto é o caso do aipim, matéria-prima utilizada no fabrico de tapioca, onde más interpretações são divulgadas dizendo que o ácido cianídrico continua no produto final, porém ele é degradado no processo durante a etapa de lavagem da matéria-prima. O ácido cianídrico, um componente tóxico liberado pela linamarina através de hidrólise enzimática, é uma substância que se ingerida ou inalada representa perigos à saúde e de envenenamentos.

Finalmente, de tudo o que foi exposto, o mais importante está relacionado à bioquímica do alimento. São nas características bioquímicas dos alimentos que a lei e regulamentos se baseiam. Caso o processamento dos alimentos e análises físico-químicas e microbiológicas não forem realizados com embasamento científico, resultado de pesquisas, testes e experimentos, tal alimento poderá tornar-se impróprio para o consumo, devido à problemas na produção do mesmo.

*Artigo Publicado em um blog de notícias local em março de 2017.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Drogas, um problema social

Os adeptos ao uso e à legalização das drogas reforçam seus supostos benefícios. Porém não é conveniente usar algo onde os malefícios e efeitos colaterais indesejados são bem maiores. Diminuir a carga facilita a caminhada na vida, então depender de mais alguma coisa que prende a pessoa em seu próprio vício não é bom. Superar os próprios vícios é um desafio que poucos conseguem, independente da forma de ajuda.
Este problema de drogas não é um fato isolado, e sim uma epidemia global. Existem poucas políticas públicas nacionais eficazes na prevenção e tratamento do vício de drogas, ficando a entender que há uma certa dificuldade e falta de verba pública na área de prevenção e tratamento do uso de drogas. 
O artigo “Drogas, Imperialismo e Luta de Classes”, de autoria de Ney Jansen, aborda a importância do narcotráfico para o capitalismo e domínio de classes sobre outras através do uso de drogas. Algumas outras fontes contam histórias coincidentes, e citam ainda esta estratégia como forma de domínio de um país inimigo sobre outro, pois o viciado desestabiliza não apenas a ele, mas toda sociedade. 
Essas e outras teorias existem, e é realmente difícil de acreditar em domínio a partir de uma guerra química imperceptível. Porém, citar uma pesquisa de outra autoria reforça qualquer informação. E quem é especialista em história geral, percebe que esta estratégia de atacar o inimigo no momento de suas distrações não é nova. 
Para Jansen, a luta contra as drogas é fundamental para todos aqueles que defendem a emancipação humana e a revolução social. Diz, com argumentos e conclusões, que a legalização não irá parar com o tráfico e propõe revolução proletária para acabar com este problema. 
Particularmente, penso que o ambiente propício e a falta de informação são alguns dos motivos relevantes para o consumo de drogas. 

Neste dia 19 de junho começa a 19ª Semana Nacional e a 2ª Semana Estadual Antidrogas. A programação desta semana parece ser pouco divulgada e acontecer apenas em algumas capitais brasileiras.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

A água e o flúor

A água, por ser um elemento fundamental para sobrevivência de qualquer ser vivo, é algo de muita responsabilidade opinar sobre ela. Existem dados e regulamentos que definem suas características físico-químicas, o resto são especulações. Mas tem-se dado atenção especial a este solvente universal.

A indústria de alimentos não funciona sem a água, sendo que um dos primeiros quesitos a escolher o local de qualquer indústria alimentícia, ou até mesmo o cultivo de alimentos e criação de animais, é se no local há água suficiente.

A indústria segue normas, padrões e leis, não sendo ela própria que define como deve estar a água. Assim, encontra-se flúor em alguns alimentos que levam água em sua composição.

Bom, o flúor, de acordo com a medicina e odontologia, não faz mal à saúde, se ingerido não altera em nada o organismo. Adiciona-se flúor na água potável e na água utilizada no processamento de alimentos para beneficiar crianças de classe econômica baixa, que não tem acesso a creme dental com flúor, na tentativa de diminuir a formação de cáries nos dentes.

Existem especulações americanas que afirmam que a adição de flúor tem a ver com o plano de manipulação da população desde a epóca de Hitler. Isto não tem comprovação científica, e se justificam que não é permitido aos cientistas provarem esta teoria. Soltem gargalhadas, mas é uma teoria que tem feito sucesso há muito tempo, e que parece ter chegado ao Brasil há pouco. Mesmo provando, é possível contestar, assim como contestam a ciência já comprovada, pois existem teorias sendo refutadas por aí.

Com tantos programas de diminuição da miséria nos últimos anos, continuamos a ingerir flúor no Brasil. Como não se justifica a ingestão de qualquer dosagem de flúor, pois o uso tópico seria o suficiente, existem alguns países de primeiro mundo que proíbem a adição de flúor na água, mas lá não tem miséria, subentendendo que todas as crianças tem acesso ao creme dental com flúor.


Lembrando que no Brasil e boa parte do mundo não tem como viver totalmente sem flúor, pois o flúor está na natureza, ou seja, até nos alimentos in natura (não sei ainda o motivo, mas pode ser a presença de flúor na adubação ou na irrigação), mas em uma quantidade quase insignificante. E enquanto a lei continuar a definir a quantidade de flúor a ser adicionada na água, não tem como também, escapulir dessa ingestão, mesmo que utilizemos apenas creme dental sem flúor, de uso tópico.