O doente mental não é aquela pessoa que vive internada em manicômio, já que este estabelecimento não existe mais, o que existe é clínica de internação psiquiátrica e tratamento em CAP's e clínicas particulares e públicas com psiquiatras. Ele se medicando, assim como um diabético ou qualquer outra doença crônica, tem todas as condições de viver como outras pessoas vivem, trabalhando, independente, feliz.
Acontece que temos poucos envolvidos que podem ajudar a resolver o problema de pessoas com problema mental. Os problemas são vários, medicações com preços exorbitantes, insuficiência de fornecimento de medicamentos pelo governo, falta de incentivo financeiro para tratamento psiquiátrico completo e eficiente financiado pelo SUS, falta de socialização, como inexistência de cotas de vagas de emprego, faculdade e concurso para quem sofre desses problemas. Além de que o doente mental precisa se socializar como parte do tratamento.
Há muito o que se fazer para a sociedade que está com doença mental, onde 86 porcento da população brasileira está com algum transtorno mental, segundo a Veja, 2019, como por exemplo, desmistificar a doença, tratando-a não com preconceito, mas com respeito de doença como outra qualquer, e apresentação das doenças mentais como grade curricular de ensino fundamental ou médio.
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