segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Mundo animal


Eu queria entender como que é ser vegano. Segundo relatos, vegano é não comer nada de origem animal, não usar nada de origem animal e nada testado em animais.
Podem tentar ser vegano, só digo uma coisa: isso é impossível. Porque todo produto químico é testado no mínimo em três animais, olhos, pele, cabelo, injetado, ingerido, etc.
Se você anda de carro, no carro foi utilizado centenas de produtos químicos para fabricação, limpeza, enceramento, conserto. Se você usa calçado, idem, se você veste roupa, idem. Se você usa xampu, condicionador, hidratante, etc, idem. Se você come grãos e verduras, nestes foram utilizados maquinários, equipamentos na lavoura e transporte que precisaram de produto químico, fora os produtos químicos utilizados na adubagem.
O mundo é a base dos animais (e que estes sejam sempre tratados com bem estar animal). 
Mas cá entre nós, que triste realidade o ser humano ter que abater ou fazer testes em animais por necessidade humana.

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Sagrado Urubu


Até hoje me lembro das palavras de minha avó ditas para mim em minha infância: “Rosa, os urubus são sagrados. Eles limpam o meio ambiente. Quando tem carniça em um lugar, eles sentem o cheiro, voam em bando e ficam girando, vão até lá e comem a carniça, limpando o meio ambiente.
Da carne de animais se extraem muitos remédios, entre eles a insulina, hormônios para anticoncepcionais e problemas hormonais, colágeno, até mesmo para capsulas de remédios, heparina, entre outros. E sempre me lembro da história da minha avó. O que seria do mundo se a gente não comesse carne. Iria extrair essas substâncias e toneladas de carne seriam desperdiçadas, sendo que as substâncias para remédio são bem mínimas.
Já fiquei sem comer carne por mais de seis meses. É muito difícil e me dei conta que não é para mim. Descobri que a carne faz bem para o cérebro devido a quantidade de vitamina do complexo B e também para a pele, devido a quantidade de colágeno, fora a energia que ela dá.

quarta-feira, 28 de março de 2018

Solte as rédeas do cavalo quando se perder, ele acha o caminho de volta


Desde minha infância, como uma boa mineira do interior, vivo no meio rural. Aos finais de semana ia na fazenda de alguns parentes e que pertenceram aos meus antepassados. Aos meus 16 ou 18 anos fui visitar novas terras vizinhas adquiridas por eles, nunca antes visitadas por mim. Fui após o almoço sem dizer onde iria, mas com a intenção de destravar novas terras.
Subi o morro á cavalo, abri a porteira sem descer do cavalo. Andei numa estrada que parece a serra da saudade, onde se o cavalo deslizar o pé, a gente caia a ribanceira. Esta estrada parecia uma montanha circular, igual a serra da saudade quando se vai de Araxá á Belo Horizonte. Vi, durante esta estrada perigosa, um paredão/muralha igual ao paredão que se vê na abertura da casa das Sete Mulheres - lindo paredão, onde, ao olhar para baixo via-se exatamente um precipício, abismo sem fim.
Após isto, entrei num lugar que achei que estava no desenho da Caverna do Dragão: vi caveira de vacas, me senti perdida, não achava o caminho de volta, olhava ao meu redor, ao ângulo de 360 graus, apenas pastos e ceú. Via ao longe uma casa azul, onde resolvi ir até lá ver se tinha alguém para me ajudar. Percebi que quanto mais o cavalo andava, mais longe a casa ficava. Ao voltar, achei uma estrada que descia entre duas serras circular entre si. Resolvi então descer para procurar algum fim, mas a escuridão chegava, e não tinha fim, resolvi voltar.
Quando sai da estrada, eu prostrada, abaixei os ombros, soltei as rédeas do cavalo, e o cavalo saiu andando sem as rédeas e achou o caminho de volta. 
Ufa! Fui chegar ao pôr do sol na sede da fazenda de meus tios, mas não tive coragem de contar que me perdi, de tanto sufoco que passei. Imagina se eu passasse a noite fria, sem casaco, perdida no meio do cerrado, com cobras, onças, lobos, bichos e assombração?